segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sórrir




Já dizia Charlie Chaplin: "Um dia sem riso, é um dia desperdiçado". Então só tenho a enobrecer-me pois eu acordo sorrindo, por ter tido a chance de abrir os olhos em mais um novo dia. Passo o dia sorrindo, rindo de tudo, me divertindo com qualquer coisa, simplesmente por ter a chance de conviver com pessoas incríveis. Ando no ônibus sorrindo sozinha, lembrando-me de bons e inesquecíveis momentos. Durmo sonhando, torcendo apenas para acordar amanhã e poder sorrir como em todos os demais dias.

Agradeço sempre a Deus. Apesar de que a minha definição de 'sempre', não é bem sempre, se é que me entende. Às vezes sou um pouco descrente, mas quem nunca falha, não é mesmo? Eu mais convoco a Deus quando tenho a lhe agradecer, do que quando algo de ruim me acontece. Se aconteceu algo ruim, foi puro descuido meu e não culpa de Deus ou castigo do mesmo. Então, eu só abaixo a cabeça, busco uma solução e na resolução dela eu digo: 'Obrigada Deus, por manter-me forte sempre! E principalmente, por ter me feito uma nobre sonhadora de coração limpo".

É, eu tento. Você já tentou? Quando tropeçares novamente na rua, não exclame, apenas ria da sua desatenção. Afinal, com certeza você deveria estar pensando em algo muito bom ou mega mirabolante para deixar-se desatento a ponto de seus pés errarem o compasso. É humano, quem nunca tropeçou na vida? Agora eu lhe pergunto novamente: Quantos que tropeçam e caem na gargalhada? E quantos tropeçam e exclamam ou ficam fazendo-se de loucos negando a sua falha. Fingindo como quem diz: 'Alguém andou tropeçando. Veja só que desatento, ainda bem que não foi eu...'.

Eu sou daquela que cai no chão e cai na risada, é óbvio. Afinal, como diz meu amigo: "Aposto que se para sorrir tu pagasse imposto tu não riria tanto". E eu só penso, graças a Deus esse privilégio eu posso ter e ser só meu e nada tenho a pagar por isso.

Louca, talvez? O que você considera loucura eu chamo de saber viver. Às vezes nos preocupamos com coisas tão banais. Meras futilidades momentâneas: hoje fazem o maior dos sentidos, mas amanhã já são passado. E porque, me diz por que preocupar-se tanto? Sorria, afinal o sorriso revigora a alma. Se sorrir fosse ruim não nos sentiríamos tão bem esbanjando uma bela e grande gargalhada.

Ah! Mas é tão fiasquento, pra que rir tão alto? E eu lhes digo, quão maior o tom do riso, maior o tamanho da felicidade ou alegria que faz encher nosso coração.

Me considere o que quiseres. Eu me defino como uma criança, feliz para sempre!

GEDIEL, Camila. Sórrir. 2010

Nenhum comentário:

Postar um comentário